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Sintesuf/Interpb da UFCG
SINTESUF DA UFCG REALIZA ASSEMBLEIA E SAI EM DEFESA DA CATEGORIA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Seg, 04 de Junho de 2018 10:01

 

O SINTESUF da UFCG promoveu na manhã desta segunda-feira, 28, no auditório da Biblioteca Central da UFCG, campus Campina Grande, uma Assembleia Geral da categoria dos técnico-administrativos.

Na oportunidade, os servidores que compareceram à Assembleia se mostraram indignados com a maneira como a Administração Central da Universidade vem tratando a categoria no que diz respeito à Nota Oficial emitida pela UFCG que orienta as chefias imediatas a abonarem as faltas dos Servidores mediante comprovação da impossibilidade de comparecimento ao setor de trabalho.

Os servidores se mostraram indignados também pelo fato da Nota Oficial do Reitor só ter sido lançada na página oficial da instituição em pleno final de semana e somente depois da ação do SINTESUF de convocar uma Assembleia Geral da categoria.

Após discussões com a participação de vários servidores, foi aprovada a proposta que o Sindicato deveria encaminhar ao Reitor da UFCG um documento solicitando que o Reitor decretasse o Ponto Facultativo com o consequente abono das faltas dos servidores até que a situação das manifestações da categoria dos caminhoneiros e os problemas relacionados ao desabastecimento dos postos de combustíveis e do transporte coletivo fossem normalizados.

Os servidores aprovaram também a proposta de que seja emitida pelo Sindicato uma nota pública contra a forma que vem sendo tratada a categoria pela Administração da Universidade.

Ao final, ficou aprovado também que o Sindicato coloque à disposição dos Servidores a sua competente Assessoria Jurídica, especialmente para aquele sócio do Sindicato que venha a sofrer algum tipo de retaliação ou mesmo o corte de ponto pela chefia imediata.

SINTESUF DA UFCG - Sindicato de Lutas

ASCOM/SINTESUF

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Última atualização em Seg, 04 de Junho de 2018 10:08
 
30 DE MAIO DE 2018 ÀS 7H28 MPF e PF deflagram operação para buscar provas de fraude em registros sindicais PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Seg, 04 de Junho de 2018 09:29

Em cumprimento à determinação do ministro Edson Fachin, o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal cumprem na manhã desta quarta-feira (30) oito mandados de prisões preventivas, 15 de prisões temporárias e 64 de busca e apreensão. Os alvos são investigados por fraudes no sistema de registro sindical. As investigações preliminares indicam que o grupo montou um esquema que funcionava em secretarias do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) responsáveis pela análise de pedidos. Os gabinetes de três deputados federais estão entre os locais de busca e apreensão. Também são alvos da mesma medida as sedes nacionais de dois partidos políticos e de centrais sindicais. Além disso, contra dois parlamentares foram ordenadas medidas cautelares diversas à prisão. Os nomes dos envolvidos não serão divulgados, conforme determinação do relator do caso.

Na petição em que solicita as medidas cautelares, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, explicou ao ministro que, no decorrer do inquérito, a Polícia Federal identificou a existência de um esquema criminoso estruturado em cinco núcleos de atuação: administrativo, político, sindical, captador e financeiro. Também são mencionados, como exemplo, das fraudes, pagamentos que envolviam valores que chegaram a R$ 4 milhões pela liberação de um único registro sindical. Desde 2017, parte dos integrantes do grupo criminoso responde a uma ação por improbidade administrativa em andamento na Justiça Federal, em Brasília.

Cerca de dez servidores da pasta integram o núcleo administrativo, que tinha a incumbência de viabilizar as fraudes que incluíam o desrespeito à ordem cronológica dos requerimentos e o direcionamento dos resultados dos pedidos. Já o núcleo político, era formado por parlamentares e ex-parlamentares que atuavam indicando e mantendo em cargos estratégicos da Secretaria de Relações do Trabalho do MTE os servidores que faziam parte do esquema. Aos integrantes do núcleo sindical cabia fazer o contato com os funcionários públicos encarregados de operacionalizar as fraudes.

O quarto segmento identificado pelos investigadores era o captador: lobistas e advogados que faziam a intermediação entre os sindicados interessados em registros com os demais integrantes da organização criminosa. O esquema se completava com a atuação do núcleo financeiro que viabilizava os pagamentos (das entidades sindicais para os envolvidos) por meio da simulação de contratos fictícios de trabalho.

O material recolhido na operação dessa quarta-feira será analisado posteriormente pelos investigadores. Cerca de 320 policiais federais cumprem os mandados no Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais. A operação recebeu o nome de Registro Espúrio.

 

Fonte : www.mpf.org.br mce_markermce_marker

 
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